Festa Literária de Leopoldina 2018

“Quando se sonha sozinho é apenas um sonho. Quando se sonha juntos é o começo da realidade.”

Miguel de Cervantes



Não seria possível realizar o sonho sem muitas mãos, sem tantas almas e muito menos sem os vários corações sintonizados na mesma energia…a energia de fazer acontecer!

E assim surgiu a FLILEO, da felicidade do encontro de ideias muitas pessoas vieram somar, multiplicar e fazer acontecer este sonho. Nestes meses de árduo trabalho, unindo forças pelo mesmo ideal, a Comissão Organizadora dividiu tarefas e esperanças.
Confiança! Troca de ideias, mudança de rota, planejamento e replanejamentos. 
E o que era sonho, virou plano com datas, horas e responsáveis e, num sábado à noite, pedindo a Deus um pouquinho de paciência com a chuva, trabalhando sob os pingos que teimavam em cair, a Festa teve início. 
A FLILEO é um marco histórico, é a prova que a persistência, a união e a coragem são os ingredientes para fazer um sonho acontecer. 
Viver a FLILEO, desde os preparativos até vê-la acontecer, foi um grande prazer. 
O objetivo foi alcançado: a Festa Literária de Leopoldina demonstrou que a Literatura nos faz ir além, muito além do que podemos sonhar…

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Uma viagem ao nordeste pelo Assum Preto

O Grupo Folclórico Assum Preto foi criado em março de 1984 pela professora de Artes Renata Arantes, com o objetivo de pesquisar, registrar e divulgar o folclore brasileiro através de suas danças, costumes e outras manifestações. O grupo é atualmente atividade do Projeto de Extensão Social do CEFET-MG Unidade Leopoldina. Além dos alunos da escola, conta com a participação da comunidade: amantes das artes, profissionais liberais e alunos da rede pública e privada de ensino do município.

A apresentação do Assum Preto na Flileo constou de uma dança nordestina: o Baião, que em sua origem era uma dança cantada de criação nordestina. Resultado da fusão da dança africana com as danças dos nossos selvagens e as dos portugueses colonizadores, refletia na sua composição e coreografia a mistura de elementos destas três etnias. Mais tarde, Luiz Gonzaga foi o responsável pela divulgação deste ritmo que invadiu os salões de dança do Brasil e também no exterior. O Grupo Assum Preto dançou ao som da música “Asa Branca e Assum Preto”.



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A ASPAS na Flileo

A Associação de Pesquisadores em Arte Sequencial, fundada em 2012 em Leopoldina, onde está sediada, foi uma das parceiras da Festa Literária de Leopoldina. Durante o evento, através de seus associados Rapha Pinheiro e Hamilton Kabuna, ofereceu oficinas e, no dia 26, montou um estande no qual expôs suas publicações como editora e o trabalho independente de alguns de seus associados.

Rapha Pinheiro, quadrinista e pesquisador, ofereceu uma oficina básica de quadrinhos, que foi realizada na Casa de Leitura Lya Maria Müller Botelho no dia 24 de maio. Hamilton Kabuna, professor de desenho, pesquisador e mestrando em artes pela ECO/UFRJ, ministrou uma oficina de roteiro e fanzines, no mesmo local, no dia 25 de maio.

Neste ano de 2018, a ASPAS completa seis anos de intenso trabalho de promoção da pesquisa e do ensino envolvendo as Histórias em Quadrinhos. A Comissão Organizadora da Flileo agradece pela adesão aos propósitos de enriquecer os leopoldinenses com este importante instrumento de desenvolvimento da leitura.

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Uma Noite na Biblioteca

Uma noite na Biblioteca Municipal Luiz Eugênio Botelho, no Centro Cultural Mauro de Almeida Pereira, foi o evento realizado com os pequenos no dia 24 de maio. As crianças participaram ativamente das brincadeiras propostas pelo grupo de artistas capitaneados pela acadêmica Maria José Salles Fernandes.



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A poesia do oriente, por Elias Fajardo

Elias Fajardo da Fonseca, natural de Tebas, distrito de Leopoldina, é sócio correspondente da Academia Leopoldinense de Letras e Artes. Vive no Rio de Janeiro desde 1965. Trabalha na imprensa desde 1970, tendo fundado o jornal “Repórter”. Foi repórter do Segundo Caderno de “O Globo” e subeditor da editoria internacional do “Jornal do Brasil”. Foi chefe de redação do programa de TV “Globo Ecologia” de 1996 a 2005. Faz resenhas de literatura para o Segundo Caderno de O Globo e oficinas de literatura na Estação das Letras, no Rio. Ilustrou livros e fez mostras individuais de aquarela e pintura no Rio, em Cataguases, Leopoldina, Juiz de Fora e São João Nepomuceno.
Tem 15 livros publicados, entre obras de ficção (contos e romances) e sobre temas jornalísticos e educativos. Seu romance “Belo como um abismo” foi finalista do Prêmio Jabuti em 2015.

Participou da Flileo com a palestra “Poemas Clássicos Chineses, Haikais Japoneses e Brasileiros: do cotidiano à transcendência”, realizada no dia 25 de maio de 2018, no Museu Espaço dos Anjos. Algumas pessoas presentes se surpreenderam com as características destacadas por Elias, já que não tinham bom conhecimento da poética tradicional daqueles países orientais.

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Marcus de Mário e Ronaldo Gomes na Flileo

Na manhã do penúltimo dia da Flileo, 25 de maio de 2018, Marcus de Mário e Ronaldo Gomes ministraram importante oficina para os professores sob o tema “Formação de leitores na sala de aula: do conhecimento que liberta ao amor que educa”.


Marcus de Mario, fundador e diretor do Instituto Brasileiro de Educação Moral – IBEM, além de educador é também escritor, com 25 livros publicados, entre eles “Pedagogia da Sensibilidade”, “Escola do Sentimento”, “Educação Moral e Sua Aplicação na Família e Escola”, “Lições e Exemplos”, “Os Caminhos da Educação”, “Gestão Humanizada de Pessoas”. Ronaldo Gomes é diretor do IBEM, graduado em Pedagogia com habilitação em administração escolar, especializado em Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Psicopedagogo e professor universitário tutor EAD.

Ainda no Centro Cultural Mauro de Almeida Pereira, os educadores voltaram a se apresentar à tarde, proferindo uma palestra sobre “Como a literatura pode transformar suas aulas”. O público ficou encantado com as sugestões apresentadas.


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Serjack.doc: canto de um sujeito ensimesmado

Na noite de 25 de maio de 2018, o Museu Espaço dos Anjos recebeu as jornalistas Júlia de Oliveira Sales e Juliana Dias Gomes, para uma apresentação que encantou aos presentes.
Iniciaram com uma palestra sobre Serginho do Rock, um artista leopoldinense que deixou muita saudade. Discorreram sobre o desenvolvimento do trabalho que culminou com a criação do documentário “Serjack.Doc”. 
Em seguida o vídeo foi exibido, emocionando a plateia com depoimentos de familiares e amigos do artista, cenas curtas de Serginho discursando nas festas do Girassol Maravilhoso, além das músicas que são como hinos de Leopoldina.
Também participaram os musicistas Antônio Jorge, Jeferson e Derlan, professores do Conservatório Estadual de Música Lia Salgado, que executaram algumas composições do saudoso Serginho do Rock.

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Informativo Flileo

Em virtude da greve dos transportadores rodoviários, alguns de nossos convidados não poderão vir a Leopoldina. Ficam cancelados os seguintes eventos:


– Palestra: A poesia dentro da sala de aula e lançamento do livro: Amor em azul, com Teresa Cristina do Nascimento Bendini, que aconteceria no auditório do CEFET/MG Unidade Leopoldina às 14:30 de sexta-feira, dia 25 de maio;

– Mesa Redonda: Políticas Públicas para formação de leitores, com Elza de Sá Nogueira, Cleide Aparecida Fernandes e Fabíola Faria, que seria realizada no Centro Cultural Mauro de Almeida Pereira, às 19:00 de sexta-feira, dia 25 de maio;

– Workshop: Era uma vez o faz de conta, com Teresa Cristina do Nascimento Bendini, que aconteceria na Casa de Leitura Lya Maria Müller Botelho de 8:00 às 12:00, no sábado, dia 26 de maio.

Todos os demais eventos dos dois próximos dias estão confirmados.

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O Menino no Espelho

Conforme já mencionado, a comissão organizadora da Festa Literária de Leopoldina pautou suas escolhas com o objetivo de oferecer diferentes formas de contato com a literatura. Entre elas, decidiram escolher um filme direcionado a todas as idades e que se relacionasse com o município. Assim surgiu o filme baseado em livro homônimo de Fernando Sabino, consagrado escritor cujos pais nasceram em Leopoldina. 

Para tornar o evento mais significativo, no início do ano letivo foi organizada uma reunião, na sede da Superintendência Regional de Ensino em Leopoldina, com os professores de língua portuguesa do município. Na oportunidade, a equipe organizadora apresentou diversas sugestões de atividades e os professores acrescentaram mais algumas ideias. E ao trabalharem com o livro de Fernando Sabino, os professores perceberam um interesse foi crescente. Quando foram abertas as inscrições para os diversos eventos da Flileo, o filme foi um dos mais procurados.
Para atender ao maior número possível de interessados, foi necessário abrir vários horários em locais que facilitassem o acesso. Além de um sessão na segunda-feira à noite, ontem, dia 23 de maio, foram realizadas quatro sessões a partir de 7:30 no auditório do CEFET-MG Unidade Leopoldina, e a última, às 19 horas, na Escola Estadual Professor Botelho Reis.
A comissão organizadora se dividiu para estar presente em todos os horários e locais e continuar atendendo as demandas que surgem durante o tempo todo. O balanço do dia foi muito positivo, com o público saindo muito feliz de cada sessão.

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23 de maio: Oficina de Origami

A arte de criar representações de objetos ou animais em papel, sem cortá-lo, através de dobraduras especiais, é conhecida pelo termo japonês Origami. Em sua origem estão as técnicas de fabricar o papel e seu custo, despertando a criatividade no uso e transformação de retalhos do precioso produto.

Era comum, até há algum tempo, ensinar as crianças a fazerem barquinho, avião, chapéu, flores e pequenos animais de papel. O hábito vem se perdendo, muito em virtude da decantada falta de tempo. Entretanto, o tempo que se possa dedicar a ‘brincar com retalhos de papel’ representa um precioso auxiliar no desenvolvimento do poder de reflexão e, se realizado em grupo, reforça os laços sociais. No exercício das dobraduras de papel, nossa imaginação flui e nos permitimos ver o mundo com outro olhar, além de usufruir do contato, da conversa, da troca de experiências quando praticamos em grupo.
Ontem, dia 23 de maio, a Flileo ofereceu uma Oficina de Origami, ministrada por Laila Cassimiro. Pela animação e surpresa dos participantes, concluímos que foi mais um acerto da equipe organizadora ao oferecer outra forma de ler o mundo, ação que vai muito além de conhecer as letras e os sons que elas produzem quando reunidas em palavras. Saber ler é ultrapassar a atitude mecânica e compreender o sentido da mensagem expressa. Dobrar o papel e transformá-lo num ser ou objeto nos permite refletir e buscar o sentido do nosso estar no mundo.

Oficina de Origami, 23 de maio de 2018, ministrada por Laila Cassimiro.

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