A poesia do oriente, por Elias Fajardo

Elias Fajardo da Fonseca, natural de Tebas, distrito de Leopoldina, é sócio correspondente da Academia Leopoldinense de Letras e Artes. Vive no Rio de Janeiro desde 1965. Trabalha na imprensa desde 1970, tendo fundado o jornal “Repórter”. Foi repórter do Segundo Caderno de “O Globo” e subeditor da editoria internacional do “Jornal do Brasil”. Foi chefe de redação do programa de TV “Globo Ecologia” de 1996 a 2005. Faz resenhas de literatura para o Segundo Caderno de O Globo e oficinas de literatura na Estação das Letras, no Rio. Ilustrou livros e fez mostras individuais de aquarela e pintura no Rio, em Cataguases, Leopoldina, Juiz de Fora e São João Nepomuceno.
Tem 15 livros publicados, entre obras de ficção (contos e romances) e sobre temas jornalísticos e educativos. Seu romance “Belo como um abismo” foi finalista do Prêmio Jabuti em 2015.

Participou da Flileo com a palestra “Poemas Clássicos Chineses, Haikais Japoneses e Brasileiros: do cotidiano à transcendência”, realizada no dia 25 de maio de 2018, no Museu Espaço dos Anjos. Algumas pessoas presentes se surpreenderam com as características destacadas por Elias, já que não tinham bom conhecimento da poética tradicional daqueles países orientais.

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